Solid - Corretora de Seguros

Blog Novidades, artigos e dicas para você

A Solid preparou uma lista dos 10 principais cuidados para a saúde da mulher.

Comemorando o mês da Mulher separamos um conteúdo especial.
A Solid preparou uma lista dos 10 principais cuidados para a saúde da mulher.
Data da Publicação: 09/03/2020
Compartilhe:

1 – Manter alimentação saudável
Uma alimentação saudável, desde os primeiros dias de vida, como a amamentação e o consumo de alimentos in natura, por exemplo, traz benefícios à saúde. Resulta na redução de fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol.

2 – Cuidar da sua saúde mental
Sabe-se que as mulheres se encontram em situação de vulnerabilidade por ganharem menos, estarem concentradas em profissões menos valorizadas, r terem menor acesso aos espaços de decisão no mundo político e econômico, por sofrerem violência doméstica, física, sexual, psicológica, econômica, além da negligência e abandono.
Para as mulheres idosas, há ainda a questão do isolamento social e transtornos emocionais devido à aposentadoria, à viuvez, alterações fisiológicas, e dos sofrimentos provocados por uma sociedade que supervaloriza a juventude.
Fatores psicossociais e ambientais estão relacionados à incidência de doenças.
como a depressão, insônia, estresse e transtornos alimentares. Identificar precocemente os sintomas psíquicos e buscar rápido acolhimento por profissionais de saúde é um fator decisivo no tratamento dessas doenças.

3 – Conhecer o próprio corpo
A sexualidade engloba um conjunto de aspectos que envolvem o prazer, o desejo, a ternura, o amor, que são o resultado da convergência de natureza psíquica-bio-sócio-histórico-cultural. Portanto conhecer o próprio corpo é fundamental para identificação dos pontos de prazer e exercício da sexualidade, em todas as idades. A mulher vai tendo vivências e experiências da sua sexualidade que vão mudando com o passar dos anos.
Nas adolescentes, por exemplo, o início da puberdade é marcado por muitas mudanças como o aparecimento de espinhas, nascimento do broto mamário, pelos pubianos gerando muitas vezes dúvidas e inseguranças.
Falar da sexualidade das mulheres idosas ainda é um tabu, o que dificulta a busca de informação e a superação de obstáculos para que se alcance uma vida sexual saudável e com qualidade nesta faixa etária.
Após a menopausa, por exemplo, as mulheres podem apresentar algum desconforto nas relações sexuais por causa de hipotrofia dos tecidos genitais. Utilizar creme vaginal, nestes casos, pode favorecer as condições genitais para o pleno exercício da sexualidade.

4 – Realizar exames periódicos
O Sistema Único de Saúde oferece exames para rastreamento do câncer de colo de útero e câncer de mama para as mulheres de acordo com diretrizes específicas.
O início da coleta do exame específico de Papanicolau, deve ser aos 25 anos de idade para as mulheres que já tiveram atividade sexual. Os exames devem seguir até os 64 anos e serem interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.
O rastreamento para o câncer de mama, com o exame de mamografia é a estratégia de saúde pública que tem sido adotada em contextos onde a incidência e a mortalidade por câncer de mama são elevadas. A recomendação para as mulheres de 50 a 69 anos é a realização de mamografia a cada dois anos e do exame clínico das mamas a cada ano.

5 – Proteger- se contra IST/HIV
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.
A Prevenção Combinada é uma estratégia que faz uso simultâneo de diferentes abordagens de prevenção aplicadas em múltiplos níveis (individual, nas parcerias/relacionamentos, comunitário, social) para responder a necessidades específicas de determinados segmentos populacionais e de determinadas formas de transmissão das IST.
O uso de preservativos feminino ou masculino é a forma de vivenciar a sexualidade de forma segura. Vale lembrar que o uso do preservativo não serve somente para evitar gravidez, mas é fundamental utilizá-lo para prevenção das IST, HIV/Aids. Caso ocorra sexo sem preservativo, procure uma unidade básica de saúde para ter orientações e faça os testes rápidos.

6 – Fazer escolhas conscientes sobre métodos contraceptivos
O Sistema Único de Saúde disponibiliza diversos métodos contraceptivos para que adolescentes e mulheres possam escolher a maneira mais confortável de planejar quando, como e se vai querer ter filhos. A mulher pode escolher entre os métodos: injetável mensal, injetável trimestral, minipílula, pílula combinada, diafragma, Dispositivo Intrauterino (DIU), além dos preservativos feminino e masculino.

7 – Buscar ajuda em caso de violência
A violência contra as mulheres afeta cidadãs de todas as classes sociais, raças, etnias, faixas etárias e orientações sexuais, e se constitui como uma das principais formas de violação dos direitos humanos, pois atinge as mulheres no seu direito à vida, à saúde e à integridade física.
As agredidas vivenciam situações de medo, pânico, baixa autoestima, ansiedade, angústia, humilhação, vergonha e culpa, perda da autonomia e, muitas vezes, fragilidade emocional. Enfrentam quadros clínicos como depressão, síndrome do pânico, ansiedade, distúrbios psicossomáticos, entre outros.
Se passar por alguma situação que lhe incomoda, a mulher deve conversar com pessoas de sua confiança e ir até um serviço de saúde mais próximo de casa para pedir ajuda e tirar dúvidas.

8 – Utilizar práticas saudáveis para os diferentes ciclos menstruais
Medicar-se de forma orientada pelo médico especialista, desde os primeiros ciclos menstruais, até para a análise criteriosa das consequências do uso de hormônios na menopausa.

9- Planejar e vivenciar uma gestação saudável
O planejamento reprodutivo é um importante recurso para a saúde das mulheres. Ele contribui para uma prática sexual mais saudável, possibilita o espaçamento dos nascimentos e a recuperação do organismo da mulher após o parto, melhorando as condições que ela tem para cuidar dos filhos e para realizar outras atividades.
O acompanhamento pré-natal assegura o desenvolvimento da gestação, permitindo o parto de um recém-nascido saudável, sem impacto para a saúde materna, inclusive abordando aspectos psicossociais e as atividades educativas e preventivas.
A opção por não ter filhos também deve ser assegurada, e a abordagem nessa situação deve ser livre de preconceitos e crenças por parte dos profissionais de saúde.

10) Manter um Plano de Saúde adequado
Em todas as fases a mulher deve procurar manter sua qualidade de vida, com as garantias proporcionadas pelo seu Plano ou Seguro Saúde.