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O SEGURO MORREU DE VELHO

O SEGURO MORREU DE VELHO
Data da Publicação: 29/12/2020
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Existiu um tempo sem preocupações, sem receios que, mesmo em cidade grande, era possível brincar nas ruas, nas calçadas. As casas tinham muros baixos, portões sem tranca. Quem tinha um carro, preocupava-se, no máximo, em ter um serviço de guincho, mais para a estrada, quando fosse sair em viagem. Lembro da plaquinha do Touring Club do Brasil no para-choque do fusca 1959 do meu pai. Pois, havia menos veículos transitando nas ruas, o trânsito era mais facilmente administrável. Quem morava no interior podia se dar ao luxo de parar seu carro na rua do comércio, com os vidros abertos.

Os tempos mudaram. Surgiram novos problemas: excesso de carros, muitos cruzamentos, colisões, roubos, assaltos, acidentes, invasões. E novas oportunidades para as seguradoras e corretoras proteger patrimônios físicos e humanos. Seguros viraram itens indispensáveis em nossa vida. Na verdade, a atividade seguradora no Brasil é bem antiga. Teve início em 1808, com a abertura dos portos ao comércio internacional e o seguro marítimo. Em 1850, começaram a ser feitos os seguros de vida. Mas, o seguro de automóvel expandiu pra valer nos meados dos anos 70, já no século XX. Outros seguros também foram sendo requisitados e cresceram, como o residencial, o de saúde, de condomínio, o empresarial, de viagem, de eventos. Hoje temos seguros para celulares, equipamentos portáteis, bikes, saúde dos pets, contra a ação de hackers nas empresas e muitos outros.

E o que, afinal, o provérbio “seguro morreu de velho” tem a ver com seguros? A primeira interpretação da frase é que o homem (mulher) que é mais cuidadoso (a) pode prolongar sua vida útil ou a duração de seus bens materiais. A segunda está associada às funções dos diversos seguros existentes. E, logicamente, a quem responde pelas suas coberturas. Ou seja, as seguradoras e operadoras (planos de saúde e odonto) que conseguem garantir os pagamentos de indenizações e os usos de coberturas, preservando lucrativamente suas “saúdes” financeiras terão mais longevidade.

Como existem muitos seguros, vamos focar no seguro de automóveis. Para que ele serve? Para proteger contra colisões, roubos, incêndios e eventos naturais, além de oferecer serviços 24 horas (guinchos, troca de bateria e de pneus e outros). Então, vamos entender como uma das mais importantes seguradoras brasileiras agiu, para bancar, pró-ativamente e lucrativamente, o seguro auto, desde a sua fundação. Quando os roubos de carros começaram a se tornar frequentes, a seguradora lançou em 1982, o primeiro dispositivo anti-furto. Na sequência, em 1984, criou a vacina anti-roubo com gravação do número do chassi nos vidros. Como batidas traseiras eram representativas nos casos de colisões, em 1987 comercializou pioneiramente o brakelight, dispositivo no vidro traseiro associado ao freio, para prevenção de acidentes. Para os roubos assíduos de toca-fitas na década de 80, em 1989 lançou o “Block Tape”, dispositivo semelhante a uma fita cassete, usada como trava para toca-fitas. A seguradora fez uma parceria com uma rede de estacionamento, oferecendo descontos especiais para seus clientes de seguro auto. Em 1996 propôs o seguro diferenciado por perfil do segurado. O que usasse menos o seguro poderia ter desconto de 15, 20 ou 25% no valor a ser pago na renovação do seu seguro auto.

Observando as estatísticas que comprovavam um maior índice de batidas para jovens entre 18 e 24 anos, lançou em 2001 o Auto Jovem, seguro de automóvel para essa faixa etária. Ele oferece serviços como o curso de Direção Segura e descontos conforme o perfil do jovem segurado. Ciente de que muitos acidentes aconteciam por causa da falta de manutenção no carro do segurado,  em 2003 inaugurou o primeiro “Centro Automotivo 24 horas” para atendimento a serviços emergenciais de mecânica, elétrica e borracharia. Se uma boa imagem empresarial ajuda nas vendas, fazer uma campanha educativa de trânsito ajuda mais ainda. Em 2009 o Trânsito +Gentil, incentivou os motoristas a evitarem atitudes agressivas e valorizarem posturas mais tolerantes no trânsito. Em 2010, passou a conceder 5% de desconto aos segurados que tem zero ponto na carteira de habilitação.

Nesta pandemia o provérbio “seguro morreu de velho” nos aparece cada vez mais claro. Será que nossa vida não ficou da largura dos nossos cuidados?